sexta-feira, 26 de junho de 2009

ANÁLISE DO TEXTO “UM ESCÂNDALO MUNDIAL”.

Através da leitura do texto “Um escândalo mundial” da revista Carta Capital, o qual apresenta uma entrevista com o economista, diplomata e Ministro do Meio Ambiente do Brasil Rubens Ricupero, diferentes questões relacionadas à preservação ambiental e ao desenvolvimento econômico puderam ser examinadas. Entre elas, destacam-se:
- No Brasil há um avanço expressivo no que diz respeito à educação ambiental, porém as ações relacionadas à preservação em si não têm alcançado o mesmo ritmo.
- Há iniciativas sendo julgadas no Congresso Brasileiro que pretendem tirar o licenciamento da esfera federal e passar aos estados e a diminuição da preservação de florestas nativas de 80% para 50% (o que significa um retrocesso na preservação ambiental).
- Rubens Ricupero acredita que dar aos estados e municípios a atribuição do licenciamento ambiental seria uma loucura. Já que de maneira geral não há uma distinção, na Amazônia por exemplo, entre quem governa e quem é responsável pelo uso irresponsável dos recursos ambientais.
- Segundo o entrevistado, tais iniciativas são a prova de que o sistema político brasileiro é irresponsável, no sentido de que ele não responde à opinião pública.
- Na entrevista não só a Amazônia foi citada como uma situação crítica, a Mata Atlântica e o Cerrado também.
- O economista também dá enfoque às mudanças climáticas e suas conseqüências. Advertindo ser indiscutível a mudança climática e que as revelações feitas por um estudo coordenado pelo economista Nicholas Stern são terríveis - daqui a algumas décadas, por exemplo, metade do Nordeste terá de ser esvaziado de população devido à escassez de chuvas.

O fantasma do momento

O desemprego que era apenas a quarta maior preocupação global há dois ano atrás consolidou-se como o tema que mais está atormentando a população.
De maio de 2007 a novembro de 2008, a preocupação sobre o desemprego subiu 42%.
Paulo Cidade, diretor da Ipsos Public Affairs no Brasil, diz que as ondas da pesquisa ajudaram a entender como a agenda mundial vai se transformando conforme um evento com a magnitude da crise econômica que se desenrola. Antes dessa tormenta, a preocupação maior era a pobreza, corrupção e a violência.
Os problemas surgidos após o debate de várias instituições financeiras, em especial nos Estados Unidos, Europa Ocidental e Japão, fizeram o relatório da Ipsos. Não é feito apenas de más notícias. Mostra que, apesar de uma pequena queda no geral em relação a novembro de 2008, a confiança do consumidor global começa a se estabilizar, com nítidos sinais de otimismo em países como a Itália, em que o porcentual das pessoas que acham que a economia está muito boa aumentou. Os EUA também mostram uma leve reação.
“O fato de os EUA registrarem esse crescimento é bastante significativo, pois sinaliza esperança em relação à economia, que o pior já passou. Lá, as pessoas viram a crise muito de perto e se mostravam pessimistas no levantamento anterior. É exatamente o inverso do que aconteceu com o brasileiro.”
Segundo o analista trata-se de um ajuste de expectativa de quem está tendo plena consciência dos efeitos da crise com atraso em relação à maioria dos países. O pessimismo na avaliação da economia é esperado, pois no fim de 2008 e começo de 2009 tivemos muitas demissões. Mesmo com a recuperação de alguns empregos em maio, o desemprego continua sendo uma polemica.
Chineses e indianos acreditam na economia de seu país. O país que mais confia em si mesmo em questão da economia e sobre os mercados financeiros é a China. Os italianos são os que menos confiam no gigante asiático.

quinta-feira, 18 de junho de 2009

General Motors: fatos

General Motors Corporation, também conhecida apenas pela sigla GM, é a segunda maior montadora automobilística do mundo (após a Toyota) e também uma multinacional com sede em Detroit, nos Estados Unidos, cuja principal área de negócios é a produção de automóveis. Todo este grupo emprega 252.000 trabalhadores.
A GM entrou em uma fase bastante difícil, em termos mundiais, tendo tido seguidos anos de prejuizo e várias fábricas fechadas devido à produção de veículos que consomem muito combustível, incompatíveis com a forte alta do preço do petróleo. A situação foi agravada após o advento da crise mundial de 2008.
A crise econômica de 2008 piorou a já crítica situação da empresa, que teve que recorrer à ajuda governamental. A GM recebeu 13,4 bilhões de dólares no final de 2008 para resolver seu problema de liquidez. Assim como a Chrysler, obteve empréstimos do governo dos Estados Unidos, do Canadá e da província de Ontário para evitar a possível falência, em razão da recessão do final dos anos 2000, da alta dos preços do petróleo e da própria crise do setor autombilístico de 2008-2009.
Em 20 de fevereiro de 2009, a divisão Saab da GM apresentou um pedido de concordata a um tribunal da Suécia, para se reorganizar financeiramente e evitar uma futura falência, depois de ter fracassado na tentativa de obter empréstimos do governo sueco.

O que é, O que é:

Muitos já tiveram, alguns continuam tendo e muitos outros ainda vão ter?

A partir de tal frase inúmeros questionamentos podem ocorrer, mas a resposta é simples e não passa de outra dúvida: que profissão devo escolher?

Para resposta de tal pergunta, importantes fatores devem ser levados em consideração: a faculdade, a disponibilidade do curso no mercado de trabalho e principalmente a compatibilidade entre a pessoa e o curso escolhido. Além disso (ser levados em consideração) tais fatores explicam o fato da escolha de uma profissão ser tão complicada. Pois: será fácil encontrar uma faculdade com ensino de qualidade? Há disponibilidade no mercado de trabalho? Como vou saber se determinado curso é realmente compatível com os meus interesses?

pró-atividade

O mundo globalizado em que vivemos é caracterizado pela rápida informação, pelo rápido contato, pela rápida movimentação de ideias, mercadorias e até mesmo de pessoas. As relações tornam-se cada dia mais estreitas e competitivas. Já não bastando a mudança nas estruturas de produção, a diminuição da quantidade de vagas no mercado de trabalho aparece como mais um fator preocupante. Um diploma de estudo universitário já não é mais suficiente na busca de um emprego que traga estabilidade. Precisa-se de atitude, mas não só a ação em si; e sim a adição de um questionamento positivo naquilo que estamos executando, ou seja, aquilo que hoje é conhecido como: pró-atividade.

segunda-feira, 6 de abril de 2009

Comentários sobre a rede mundial de computadores

A rede mundial de computadores (internet) além de tornar-se cada dia mais comum traz à tona diversas polêmicas.
Ela nos proporciona muitas possibilidades de conhecimento e interação com pessoas de todo o mundo, o que à primeira vista é muito positivo. Porém, justamente pelo fato de seu acesso não ser limitado, há maior facilidade no surgiento de problemas como plágios, pedofilia, apologia a atos ilícitos, fraudes bancárias, entre outros.

Entrevista sobre a crise mundial.

Entrevistado: D. A. S.

1. O que é esta crise mundial?

A crise teve início nos Estados Unidos, em 2004, no setor imobiliário, tudo porque havia uma pequena crise financeira naquele país, e o Banco Central americano decidiu reduzir o valor dos juros imobiliário para 1% (com intuito de restabelecer a ordem financeira), estimulando então a compra de imóveis.

Com o valor dos juros tão baixo, financiadoras e empresas imobiliárias começaram a ter muita demanda, aconteceu que todas as classes estavam comprando estes imóveis, inclusive os de baixa renda.

No ano de 2006, o preço dos imóveis começou a cair (devido à quantidade de demanda), os juros aumentaram, e as pessoas já não conseguiam mais pagar pelos imóveis, as pessoas não conseguiam crédito para pagar as dívidas, por causa da inadimplência.

Passaram então a investir em aplicações que rendessem menos, renda fixa ou até mesmo em poupança, e deixaram de investir em aplicações de risco, e também deixaram de investir na bolsa de valores, gerou um efeito-cascata, afetando as bolsas de valores de todo o mundo.


2. O Brasil está inserido nesta crise?

Está inserido sim, pois com a queda do valor do dólar, chegando a menos de R$1,70, algumas empresas brasileiras que exportam, viram o número das suas exportações diminuírem. As empresas estrangeiras que tinham anterior à crise certa receita, passaram agora a ter outra muito menor, levando estas empresas a importar menos, gerando consequentemente aqui no Brasil, demissões e falências, para suprir a falta verba.

Aconteceu também de os bancos ficarem temerosos de os consumidores consumirem menos por causa da crise, fazendo-os aumentarem as taxas de juros, para suprir a suposta diminuição de movimentos financeiros que era anunciada por causa da crise.

As empresas brasileiras reavaliaram seus projetos de investimento, passaram a investir menos na bolsa de valores, pois pensaram que se a crise chegasse ao Brasil, não poderia haver perda de dinheiro, começando então a investir em aplicações previsíveis e sem risco.


3. A bolsa de valores interfere no cotidiano?

Interfere, porque o valor do dólar tem uma relação direta com os resultados da bolsa de valores, quando as ações diminuem, o dólar aumenta. Com a baixa do dólar, as importações vão de vento em poupa, por outro lado, as exportações estão cada vez pior, com empresas demitindo funcionários e até mesmo declarando falência.

Os valores de mercado e as taxas de juros estão aumentando, e o povo pode comprovar os resultados da bolsa de valores nas ruas, com os preços dos produtos baixando ou aumentando, com o nível de desemprego, com os impostos e com a economia como um todo.


4. Com o que nós precisamos nos preocupar?

Precisamos ter cautela, pois ainda não sabemos se a crise um dia afetará o Brasil a ponto de termos que mudar a nossa forma de vida. Então no momento devemos fugir ao máximo de financiamentos, porém, se preciso, não se deve financiar produtos de valores muito altos, ou em muitas prestações, pois a qualquer hora a empresa que fez o financiamento pode passar por problemas financeiros devido à crise e provavelmente irá colocar os juros lá em cima.

Deve-se gastar o mínimo possível, fala-se em ter menos de 30% da sua renda mensal comprometida com financiamentos e parcelamentos de longo prazo.

Resumindo, devemos ter um planejamento financeiro, ou uma boa adminis-tração orçamentária. Guardar dinheiro na Caderneta de Poupança no momento parece ser a melhor forma de não perder dinheiro, por ser a de menor risco a curto e longo prazo.